#C.P.M. na RURAL BEJA 2017

Nos passados dias 5,6,7 e 8 de Outubro decorreu a Rural Beja, evento anual no Baixo Alentejo em que se leva muito a sério dar a conhecer a Caça ao “mundo” não caçador. Os seus 50.000 visitantes dispensam comentários…

O CPM não tem dúvidas de que a CAÇA é um diamante do Mundo Rural por polir.

É portanto seu objectivo privilegiar doravante as suas participações em Feiras não exclusivamente cinegéticas, com o intuito de promover a Caça e os seus Sabores no âmbito do Mundo Rural.

Com esta atitude e esta politica bem definidas, pretendemos chegar mais rapidamente a uma população não caçadora e a uma juventude com alguns preconceitos relativamente à actividade cinegética.

Nesta ocasião a nossa participação fez-se em concreto através de um Stand atractivo e com mensagens concretas para quem não nos conhecia.

Esta foi uma das Caras que brilhou durante os dias de feira e a quem temos de agradecer o profissionalismo e a dedicação. Obrigado, Inês Parreira.

Mas na política do Clube a Mensagem tem de ir muito para lá das simples frases escritas e da exposição de princípios: é fundamental o diálogo, a partilha de ideias e, principalmente, o debate.

Na tarde de Sábado dia 7, no Pavilhão dos Sabores, teve lugar uma animadíssima Tertúlia de conversa e debate entre personalidades que haviam sido convidadas a debater o Futuro da Caça em Portugal.

Dirigiu os trabalhos como moderador Artur Torres Pereira, Presidente do Clube Português de Monteiros, e como palestrantes intervieram João Banza, falando sobre a interacção Agricultura/ Caça, a nossa amiga Mafalda Leitão referindo-se à situação dos Jovens na Caça, e Luís Filipe Sobral, explicando as patologias da Caça Maior, tendo as “encruzilhadas da Caça” ficado a cargo da conhecedora e experiente Susana Silva e, para culminar, a intervenção sobre Turismo cinegético de Ana Seixas Palma, da Comissão Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, que deveria ser leitura e apreciação OBRIGATÓRIA para consciencialização de TODAS as mentes que interagem no mundo da caça.

Foram momentos deliciosos de partilha e reflexão que deveriam multiplicar-se um milhar de vezes por todos os cantos deste Portugal Cinegético.

Porque se tratou realmente de um momento especial, partilhamos convosco 2 slides colhidos, com a devida vénia, da intervenção da ultima oradora, que são elucidativos do Estado da Arte e do quanto há por fazer.

Nesta Rural Beja e na sua “Península” do Sector da Caça, tentou criar-se o tubo de ensaio de algo que deverá crescer e ser a face do sector nos locais onde a Sociedade nos é mais hostil.

É preciso perceber a importância da mensagem da Caça no Mundo da não Caça.

Foi importante ter-se criado um Lago onde as crianças puderam pescar com ímanes. Levar espécies vivas para a Feira. Conseguir um espaço físico onde GRATUITAMENTE os jovens com menos de 10 anos fizeram tiro Virtual a uma serie de espécies. Ter locais de tiro com Arco e Flecha. Tantos pormenores interessantes…

Sabemos que a organização da Rural Beja convidou outras OSC´s e a Tutela a participarem. Não marcaram presença e isso é algo a corrigir no futuro com informação e esclarecimento das intenções.

Tanto na Feira em si como no Debate, o ICNF não deveria ter-se excluído porque tem o primeiro nível de responsabilidades no sector, e deveria ser o principal interessado em conhecer a realidade do que tutela. Em suma, poder JUNTAR TUDO o que está associado ao nosso Mundo Rural será uma VITÓRIA muito importante, sendo que onde estiver a ser promovido o Mundo Rural a CAÇA deve estar representada por quem é a sua cara.

À Comissão Organizadora da Rural Beja, aos directores do C.P.M. responsáveis pelo evento, Vice-Presidente José Reina e directores Luís Filipe Sobral e Victor Palmilha, um MUITO OBRIGADO e uma palavra de alento e força, porque está provado que juntando sinergias EXISTE ESPERANÇA…

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