Somos todos Aires Fernandes

Devastando muitas vidas, a pandemia que nos desafia e ameaça não demorou a tingir de cinzento o nosso Tempo - e nalguns casos de negro.

Mas tal como a crisálida diz ao pardalito que a desdenha..."daqui sairei voando"..., há momentos redentores que nos inspiram e fazem felizes porque são verdadeiramente reveladores de que à escuridão do presente não poderá deixar de suceder a luz intensa.

Todos conhecemos, uns melhor outros pior, o Aires Fernandes.  Como (bom) amigo, como (óptimo) colega, como (grande) caçador. Sempre sensato, bem humorado, afável, generoso e disponível.

Foi esta vida disponível que há algumas semanas mergulhou nas trevas de uma sombria e dura batalha, que os seus amigos foram seguindo em permanência com angústia e sofrimento.

Venceu esta difícil batalha. E conseguiu ..."sair voando"...para a claridade e, brevemente, para junto de todos nós, que o estimamos e queremos.

É por isso com imensa e compreensível alegria que, a propósito do Aires Fernandes, partilhamos convosco um excerto do último número da conceituada revista "Visão", pgs. 42 a 45, com a devida vénia -  fala dele, claro, mas fala também do clarão de resistência e de esperança - para muitos divino - que não deixa de nos alumiar quando ao longo da nossa vida conseguimos transformar as piores das provações nas mais redentoras das conquistas.

Bem vindo de volta, Amigo!

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